O futuro não está no mundo artificial, está no mundo não manifesto.

A maioria das empresas é valorizada por seguir tendências e reforçar os julgamentos executivos, nós somos valorizados por desafiá-los. Pois, tendências, não são estratégia.
Todo ano traz um conjunto de tópicos “obrigatórios” para as conversas entre executivos.
Essas forças estão moldando a próxima década e merecem atenção. Esses tópicos se tornaram tão onipresentes, tão esperados, que os líderes, frequentemente, os tratam como a estratégia em si, quando na verdade são apenas os insumos.
Em diversas conversas, vimos executivos presos e sobrecarregados por ruído, desalinhados internamente e incertos sobre como essas tendências se conectam com os objetivos reais de suas organizações.
Isso não é uma falha de liderança. É uma falha de enquadramento. Eles querem mais controle em um ambiente cada vez mais volátil, mas não definiram seu verdadeiro desafio, o seu futuro. Confundem tendências passageiras com direção estratégica. Tentam planejar sem uma visão. Buscam respostas em parceiros que não conseguem ajudá-los a pensar
de forma mais abrangente. Não se conectam a prospecção futura, e ama estratégia que os leve a esse futuro.

Muitas empresas, começam com as forças e tendências que conseguem enxergar. Dados, IA, regulamentação, sistemas conectados, automação, entre outros. Se valer exclusivamene das tecnologias leva ao incrementalismo, não à transformação.

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